O design vai ultrapassar as fronteiras gráficas. E sua marca vai viver isso.
- Criativo Mais Presença Digital
- há 2 dias
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Em 2026, você verá as identidades visuais deixarem de ser sistemas estáticos e rígidos para se tornarem ecossistemas vivos, flexíveis e sensoriais. A tendência do blanding — onde todas as marcas adotavam estéticas minimalistas idênticas — chegou ao fim, sendo substituída por um desejo de distração, humor e até estranhamento. O design agora é julgado por sua capacidade de evocar emoções e guiar decisões em alinhamento com os objetivos da marca, utilizando texturas, profundidade, som e movimento para criar experiências que podem ser sentidas.
A estética de 2026 é marcada por tendências como o Texture Check e o Zinegeist [Tuatara7 design trends that will define 2026 and the creative future]. O Texture Check foca em designs táteis que convidam ao toque, utilizando granulações, rugosidades e texturas orgânicas para combater a frieza das telas digitais. O Zinegeist, inspirado na cultura de fanzines e colagens analógicas, traz imperfeições planejadas como grain, scans de Xerox, papéis amassados e layouts crus, rejeitando o polimento excessivo em favor de algo que pareça feito por mãos humanas. Isso significa que você vai ver muito no seu feed uma mistura de fotografia documental com elementos gráficos táteis, criando uma narrativa visual rica que suporte a densidade de textos editoriais. Diferente, né?
Outra fronteira visual importante é o uso de distorções ópticas e efeitos de vidro (glassmorphism), que transmitem inovação e sofisticação através de camadas translúcidas e refrações de luz. Ao mesmo tempo, a inspiração na arte tradicional japonesa Ukiyo-e traz equilíbrio e calma com suas linhas fluidas e cores planas, oferecendo um contraste necessário ao superestímulo digital.
O movimento e o som completam essa experiência sensorial [ Squarespacestatic1.squarespace.com/static/6602e87dbd179b1e3650087a/t/67f7e4eda669c42ed44fdcea/1744299264192/amplify-genz-hi-res.pdf]. O design de movimento (motion graphics) deixa de ser meramente decorativo para se tornar uma ferramenta narrativa que transmite energia e emoção, utilizando distorções cromáticas e transições orgânicas para contar histórias complexas além das formas estáticas. O branding sonoro (sonic branding) torna-se uma obrigação, com marcas desenvolvendo identidades auditivas holísticas que criam conexões autênticas através de múltiplos pontos de contato audíveis.
Já faz tempo que a +presença pensa em tudo isso, sempre com olhos muito atentos às tendências lá de fora. Entrou na nossa carteira de clientes? Ninguém passa por aqui sem ter sua marca meticulosamente analisada e traduzida em texto, imagem, vídeo e som.



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